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Ciclo de "Conversas de Café"

Ciclo de "Conversas de Café"

O Município da Guarda iniciou um Ciclo de 5 "Conversas de Café", com o intuito de promover a participação pública na discussão dos temas propostos para o Programa da Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027.
A 1ª Conversa decorreu dia 29 de janeiro, às 21h30 no Café Concerto do TMG, sob o tema "Património cultural como fonte de criação artística".

A "conversa" foi iniciada pelo Vereador da Cultura da Câmara, explicando o grande objectivo de envolver a comunidade, levando-a a dar sugestões e/ou a fazer críticas.
Nesse sentido, introduziu um dos interlocutores, José Rui Martins, habituado a trabalhar em diversos eventos na Guarda, como são os Desfiles de Carnaval e os espectáculos de "Julgamento e morte do galo".
encenador e director artístico da ACERT - Tondela, referiu como tem sido surpreendentemente positivo trabalhar com o Movimento Associativo do Concelho, destacando a sua riqueza cultural, alicerçada nas tradições locais.
Victor Amaral questionou então Paulo Lima, convidado pelo seu envolvimento em três candidaturas ganhadoras do reconhecimento da UNESCO como "Património Imaterial da Humanidade":  Fado, Cante Alentejano e Arte Chocalheira.
 O Antropólogo explicou a importância dessas candidaturas, particularmente das representativas de tradições alentejanas, para as populações onde ainda são vividas, onde permitem a ocupação laboral, bem como momentos de encontro e lazer das colectividades.
José Lopes Amaral, Coordenador Executivo da Comissão que vai elaborar a candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura apresentou o realizador de filmes baseados na nossa memória, mais ou menos próxima, e também por esse motivo, mais ou menos real/mítica!
O cineasta José Carlos de Oliveira falou particularmente dos seus filmes "Inês de Portugal" e "Preto e branco", aquele baseado em relatos da História e este em factos ainda muito vividos por quem presenciou a guerra colonial; mas, ambos criações artísticas, realizadas a partir do património cultural e da memória do povo que nos identifica.

A "conversa" abriu-se então ao público que enchia o Café Concerto e as questões/contributos foram muitos, parecendo ninguém querer terminar!...
O que, já aconteceu no início do dia seguinte mas, com vontade de continuar nas próximas "Conversas de Café"...

 

31-01-2019

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