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Opinião

Passear pela freguesia - Teatro Municipal da Guarda

Passear pela freguesia - Teatro Municipal da Guarda

Chegou o Inverno! Imensa chuva e nevoeiro, e parece que vai ser o dia todo assim.
Hoje não está bom para andar na rua, por isso tenho de arranjar um programa que seja debaixo de telhado. Nada melhor que ir ao TMG, Teatro Municipal Guarda.
O TMG, para mim um dos teatros mais bonitos de Portugal, de arquitectura moderna, linhas contemporâneas e simples, alia o betão e o vidro de uma forma extraordinária.
Ao chegar ao TMG, temos duas entradas alternativas, ou vamos por um caminho em forma de labirinto, ou pelas escadas, e no caso de hoje é mesmo pela segunda alternativa que vou optar, para não apanhar uma valente molha.
Entro no primeiro edifício, onde se encontra o café concerto e a galeria de arte. Subo ao primeiro piso, porque não quero perder a oportunidade de visitar a exposição “Prova de Contacto” de José Guimarães. Trata-se de uma exposição que reúne um conjunto muito alargado de técnicas de produção de imagem por transferência. E mais não digo, vale mesmo a pena vir ver a exposição!
Desço as escadas e dirijo-me até ao café concerto para tomar um chá quente enquanto olho para as árvores lá fora, que vão largando as folhas com a ajuda do vento e da chuva, que não pára de cair.
Este espaço dá para estar a ouvir musica e dispõe também de livros e de jornais que podem ser consultados e acesso Wireless à Internet. No outro edifício mais em baixo está o Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda, e é o local privilegiado das grandes produções. Equipado com fosso de orquestra, tem capacidade para receber grandes companhias de Teatro, Dança, Música ou até mesmo Ópera. O pequeno Auditório está situado no 2º piso do TMG, recebe teatro, música, e é também o local do cinema no TMG. O Teatro Municipal da Guarda dispõe de um Parque de Estacionamento com 3 Pisos e com um total de 175 lugares de estacionamento. Mas no meu caso deixei o carro estacionado no Jardim José de Lemos e sem guarda-chuva, lá vou eu a correr a fugir da chuva que não pára. Uma tarde bem passada num teatro moderno, com uma arquitectura única e com um charme misterioso de Inverno.

Por Diogo Crespo Loureiro

13-10-2014

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